terça-feira, 23 de outubro de 2018

Eduardo Bolsonaro quer fechar o STF?

"Basta um soldado e um cabo para fechar o STF". Essa declaração de Eduardo Bolsonaro (PSL/SP) - deputado federal mais votado da história e filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) - causou uma verdadeira histeria às vésperas da eleição.

Assista a declaração na íntegra, no minuto 31:15 do vídeo abaixo:


É notório no vídeo, que Eduardo Bolsonaro respondeu uma questão hipotética: "se o STF barrar a candidatura de Jair, o exército poderia intervir?". O deputado paulista deixou claro no início do vídeo que "estaríamos partindo para um regime de exceção", caso os militares intervissem no poder legislativo. 

A polêmica frase veio em tom de humor, justamente para mostrar que se estivesse nos anseios do exército invadir ou fechar o STF (Supremo Tribunal Federal), já teriam feito isso, pois não teriam grandes dificuldades. 

O mais curioso (para não chamar de canalha) é que esse discurso tornou-se notório faltando uma semana para a eleição presidencial, sendo que foi dito a quase quatro meses. Se fosse um "atentado a democracia", igual está sendo tratado pela grande mídia, teria sido denunciado assim que feito. 

E o mais engraçado (para não chamar de canalha, outra vez), é quando Wadih Damuos, deputado federal petista e ex-presidente da OAB/RJ, defendeu explicitamente "fechar o STF", a mídia ignorou. Assista a fala no vídeo abaixo:


No Brasil, as declarações pouco importam. Mas sim, quem as pronuncia. 

domingo, 21 de outubro de 2018

Comprovado o caixa 2 de Bolsonaro?

Ontem (20), publiquei um artigo refutando a reportagem da Folha de São Paulo que acusava empresários de financiarem a divulgação de mensagens via WhatsApp contra o PT. Minha argumentação baseou-se no fato que a reportagem não trazia provas sobre a acusação feita. 

Logo após publicar o texto, resolvi abrir novamente o site da Folha, e me deparei com a seguinte manchete: "Documento confirma oferta ilegal de mensagens por WhatsApp na eleição".

Imediatamente pensei que teria que excluir minha publicação. Mas, ao ler a notícia, as provas apresentadas incriminam o candidato ao governo de Minas Gerais, Romeu Zema (NOVO) e Geraldo Alckmin (PSDB), derrotado na eleição presidencial. 

Nada, absolutamente nada, foi apresentado contra Jair Bolsonaro (PSL). Mas, para o brasileiro que costuma ler apenas as manchetes, a associação é automática com a suposta denúncia feita anteriormente. 

A Folha de São Paulo e o PT estão subestimando a inteligência do eleitor. A jornalista Patrícia Campos Mello, autora das duas matérias, deveria ser processada com base no artigo 340 do Código Penal: 
"Provocar a ação de autoridade, comunicando-lhe a ocorrência de crime ou de contravenção que sabe não se ter verificado: Pena - detenção, de um a seis meses, ou multa".
A mídia tradicional está temerosa com o poder das redes sociais. 

Para ler a reportagem citada, clique aqui ou no link abaixo:

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/10/documento-confirma-oferta-ilegal-de-mensagens-por-whatsapp-na-eleicao.shtml

sábado, 20 de outubro de 2018

Eles estão desesperados

Patrícia Campos Mello é a jornalista responsável pela reportagem que acusa empresários de fazerem contratos milionários para disseminar mensagens via WhatsApp contra o PT. A reportagem afirma que a pratica é ilegal. 

Clique aqui ou no link abaixo para ler a notícia na íntegra: 


Vamos aos fatos. A jornalista citada acima, declarou publicamente ser uma pessoa de esquerda e sempre ter votado no PT, como afirmou no minuto nove do vídeo abaixo:


Essa afirmação já o suficiente para desmoralizar e colocar em discussão a isonomia, imparcialidade e interesses envolvidos na publicação. Mas, o próprio texto não apresenta vídeos, fotos, documentos, declarações ou qualquer outro fato palpável que comprove essa ação do empresariado e muito menos o envolvimento do candidato do PSL. 

O desespero bateu a porta petista. E eles são capazes de tudo para ganhar... 

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Kit gay é fake news?

Carlos Horbach, ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que Jair Bolsonaro (PSL) retirasse de suas redes sociais vídeos e links de sites que ligavam a criação do chamado "kit gay" a Fernando Haddad (PT). 

"Kit gay", nada mais é do que o nome fantasia do projeto "Escola sem Homofobia", financiado pelo Ministério da Educação. A proposta almejava distribuir cartazes, cartilhas, filmes e roteiros de dinâmicas a serem desenvolvidas pelos professores em sala de aula, para supostamente combater a homofobia nas escolas. 

Assistam os vídeos abaixo para ver na prática o material que seria exposto a crianças em sala de aula: 











Todos esse vídeos foram perfeitamente descritos no próprio 'caderno' da Escola sem Homofobia, nas página 16 e 17. O documento pode ser lido na íntegra clicando aqui ou acessando o link abaixo: 

O candidato petista era Ministro da Educação na época em tentaram distribuir esse material em 6000 escolas públicas, como mostra a reportagem do Jornal da Record: 




A escola deveria ser um ambiente para adquirir conhecimento acerca de língua portuguesa, matemática, geografia, ciências e etc. 

O PT tentou transformar a sala de aula em um ambiente de promiscuidade, querendo expor crianças a um conteúdo adulto e de foro íntimo. 

Não é dever do estado dizer para nossos filhos como eles devem se relacionar. 

O "Kit gay" existiu sim. Mas, não foi colocado em prática. Graças ao candidato do PSL. 

Caso ainda tenham dúvidas, segue abaixo dez notícias sobre o kit gay: 

Dilma cancela distribuição de kit gay nas escolas
https://veja.abril.com.br/politica/dilma-cancela-distribuicao-de-kit-gay-a-escolas/

'Kit gay quer doutrinar, em vez de educar ', afirma Serra
https://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,kit-gay-quer-doutrinar-em-vez-de-educar-afirma-serra,945034

Dilma diz que discorda do kit gay
https://veja.abril.com.br/politica/dilma-diz-que-discorda-do-kit-gay/

Governo Dilma: 'Kit Gay' será reformulado e lançado até fim do ano 
https://veja.abril.com.br/educacao/kit-gay-sera-reformulado-e-lancado-ate-fim-do-ano-diz-haddad/

Prefeitura de SP estuda adotar kit gay estadual 
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2013/03/prefeitura-de-sp-estuda-adotar-kit-gay-estadual.html

Conheça o "kit gay" vetado pelo governo federal em 2011
https://novaescola.org.br/conteudo/84/conheca-o-kit-gay-vetado-pelo-governo-federal-em-2011

Ala do PT reage e defende a distribuição do 'kit anti-homofobia'
https://oglobo.globo.com/politica/ala-do-pt-reage-defende-distribuicao-do-kit-anti-homofobia-2763550

MEC vai distribuir kit anti-homofobia em 6000 escolas públicas 
https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/mec-vai-distribuir-kit-anti-homofobia-em-6000-escolas-publicas-2788976

TCU vai analisar se 'kit gay' causou prejuízo ao Tesouro 
https://veja.abril.com.br/educacao/tcu-vai-analisar-se-kit-gay-causou-prejuizo-ao-tesouro/

"Ministério da Educação está sendo covarde" diz Jean Wyllys sobre suspensão do kit gay
https://educacao.uol.com.br/noticias/2011/05/27/ministerio-da-educacao-esta-sendo-covarde-diz-jean-wyllys-sobre-suspensao-do-kit-gay.htm

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Milagres existem: esquerdistas rezam pai-nosso

Qual o cúmulo do desespero para ganhar uma eleição praticamente perdida? Você escrever um livro intitulado "Em defesa do socialismo" - ou ser do Partido Comunista do Brasil, defender ideias e valores opostos aos cristãos; e mesmo assim ir a uma igreja, assistir uma missa e rezar o pai-nosso. 

Como diria o destaque cômico dessas eleições: "Gloria, a Deuxxx".





segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Partido camaleão

"Haddad é Lula", esse slogan esteve presente ao longo de toda a campanha petista no 1º turno, na tentativa de alavancar votos no seu principal palanque eleitoral: o nordeste. 

Após conquistar a vaga no 2º turno, mudanças radicais vieram. Haddad não é mais Lula, o nome do presidiário é ignorado, assim como o tradicional vermelho do partido, que deu lugar ao verde-amarelo da bandeira nacional. 

Caso a mutável estratégia do PT funcione, podemos esperar muitas contradições em quatro anos de governo. Outra vez.

1º Turno
2º Turno

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Bolsonaro é fascista?

Está na boca dos ativistas da #EleNão: "Jair Bolsonaro é fascista, por isso não voto nele". Mas afinal, o que é fascismo? 

Benito Mussolini, pai e figura máxima da doutrina fascista, resumiu seu pensamento em um lema: "Tudo para o Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado". 

O candidato do PSL, defende em seu plano de governo as seguintes ideias: "Contra qualquer regulação ou controle social da mídia; A justiça deverá seguir seu rumo sem quaisquer interferências políticas; reduzir os 29 ministérios existentes; Respeito e obediência à constituição". 

As afirmações citadas estão nas páginas 7, 15, 17, e 6; respectivamente. O arquivo pode ser lido na íntegra clicando aqui

Alguém precisa avisar Bolsonaro que ele não está sendo fascista direito...  

Leitura recomendada: 

O que é fascismo? - Olavo de Carvalho.

Pare de chamar os outros de fascistas. Você nem sabe o que essa palavra quer dizer. 

O que realmente é fascismo?

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Bolsonaro agradece ao Nordeste, mesmo derrotado

O candidato do PSL aproveitou o espaço no Jornal Nacional para agradecer a região nordeste: "Então, meu muito obrigado, em especial, a região Nordeste que, apesar de eu ter perdido lá, nunca alguém que fez oposição do PT teve uma votação tão expressiva como eu tive".

Fernando Haddad, do PT, saiu vitorioso em 8 dos 9 estados nordestinos, mas não lembrou dos eleitores que o colocaram no segundo turno, somente agradeceu ao espaço cedido pela Rede Globo. 

Assista abaixo as entrevistas na íntegra: 



segunda-feira, 8 de outubro de 2018

A missão impossível de Haddad

Após a confirmação do cenário eleitoral para o 2º turno, pode-se constatar uma vitória quase certa para Jair Bolsonaro.

No segundo turno, mesmo que Fernando Haddad repita sua intenção de votos e consiga transferir integralmente todo o eleitorado esquerdista restante (Ciro Gomes, Marina Silva, Guilherme Boulos, Vera e Goulart Filho), ainda terá 3 milhões de votos a menos que o candidato do PSL. 

E ainda deve-se ressaltar que os eleitorados de João Amoedo, Cabo Daciolo, Henrique Meirelles, Álvaro Dias e Eymael - que somam 11 milhões de votos - tem uma forte tendência de votarem em Bolsonaro no segundo turno. 

Dificilmente um país muda tanto de opinião em três semanas. Mas, se o representante de um presidiário consegue ir para o segundo turno... tudo é possível. 

Deus ajude o Brasil. 

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Em plano de governo, Haddad defende "quesito cor" em atendimentos do SUS

O plano de governo do candidato Fernando Haddad (PT) traz como proposta utilizar o "quesito cor" para atendimentos á saúde e desenvolvimento de campanhas, como mostra o trecho a seguir:

"[...] será implantado o quesito cor em todas as áreas de atendimento à saúde e no desenvolvimento de campanhas, e será ampliada a fiscalização para coibir a discriminação racial no SUS, detectada por pesquisa do Ministério da Saúde em 2014."
Os parágrafos seguintes não explicam como funcionaria o uso desse critério racial em ações públicas na saúde e também não citam qual é a pesquisa do Ministério da Saúde usada para embasar a referida proposta.

Deve-se lembrar que os profissionais da saúde devem adotar critérios técnicos e não raciais.

Tais fatores levam a questionamentos sobre como iria funcionar na prática a proposição petista. Haveria a criação de cotas para ser atendido pelo SUS? Não seria uma ideia racista? 

Fernando Haddad e o PT devem esclarecimentos ao Brasil. 

Clique aqui para ver o documento citado. O trecho em questão encontra-se na página 20, item 2.2, terceiro parágrafo. 

quarta-feira, 7 de junho de 2017

As eleições de 2014 deveriam ser anuladas

Acontece em Brasília o julgamento da coligação vencedora das eleições presidenciais em 2014, composta por Dilma Rousseff (PT) e o presidente Michel Temer (PMDB), após pedido de cassação feito na época pelo PSDB, alegando "arrecadação ilegal a partir de contratos com a Petrobras e abuso de poder econômico e político".

Neste momento os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) debatem questões acerca da inclusão (ou não) dos depoimentos da Odebrecht e JBS no processo e se delações premiadas valem ou não como provas legais. Posteriormente, o ministro Herman Benjamin fará a leitura de seu relatório. Finalmente, os ministros irão ler seus votos e teremos o tão esperado resultado desse processo.

A questão é que esse "blá blá blá" jurídico não passa de uma encenação, pois o resultado dessas eleições deveria ter sido anulado há muito tempo! Afinal, em que país do mundo a contagem dos votos é SECRETA, a qual somente o presidente do TSE e vinte fiscais escolhidos a dedo pelo governo podem acompanhar os detalhes da apuração? NENHUM.

O comentarista do canal Terça Livre, Ítalo Lorenzon, compara a apuração no Brasil a uma pessoa passar um chapéu para que os votos sejam despejados, depois esse mesmo indivíduo faria a contagem, jogaria os papéis na fogueira e anunciaria o vencedor. A questão é: foi o contador dos votos ou os eleitores que definiram o resultado dessa eleição?

Outro fato alarmante é impossibilidade de recontagem dos votos das urnas eletrônicas, que além de tudo, são facilmente FRAUDÁVEIS, o vídeo abaixo esclarece o assunto:


Em suma, não pode se esperar muito de um processo eleitoral que só é usado pelo Brasil e a Venezula, um exemplo (ironia) de democracia, não é mesmo? 

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Islamismo NÃO É a religião da paz

Os recentes ataques terroristas ISLÂMICOS (ênfase muito importante) no Reino Unido reacenderam a necessidade da mídia tradicional fazer a "defesa" moral do Islamismo e propor o AMOR (como se flores e corações evitassem bombas de explodir) contra o radicalismo. Assista as reportagens do Fantástico desse último domingo e perceba a tentativa de tratar os atentados como ações terroristas isoladas, promovidas por uma "minoria islâmica" (falácia que será abordada em outra oportunidade):

"Doze pessoas são detidas após atentado em Londres" 

"Artistas e público se emocionam em show em homenagem às vítimas de Mashester"

É antiga a tentativa dos meios de comunicação em massa tratar de forma antagônica a relação entre islamismo e terrorismo, até mesmo chegando ao cúmulo de tratar a doutrina sanguinária do Oriente Médio como a "religião da paz" (dai surge surge o título desta reportagem). Para exemplificar, leiam um trecho da matéria intitulada "Como pôr fim à relação entre terrorismo e Islamismo", da revista Nova Escola:
 "Para promover uma discussão que ajude os jovens a ampliar sua visão sobre o tema, o ideal é oferecer um grande número de fontes de informação. 'Vale consultar jornais e revistas, entre outros materiais, para que se possa abordar a questão sob os mais diferentes pontos de vista', diz a professora Maria Aparecida de Aquino, do Centro de Estudos Árabes da USP.    
Na aula do professor Wallace Andrioli, na EM Presidente Tancredo Neves, em Juiz de Fora, a 275 quilômetros de Belo Horizonte, reportagens são usadas num trabalho que foca a atualidade para ensinar a expansão do islamismo para turmas de 6º e 7º anos. 'Notícias atuais permitem iniciar o debate', diz ele.    A leitura de textos sagrados, como o Corão, também pode ser um bom recurso. 'É fundamental que o professor conduza os alunos a uma reflexão que desfaça a ideia de que essas obras incitam à violência.  
É preciso chamar a atenção para o fato de que elas estão abertas às mais diversas interpretações', explica o professor Miguel Attie Filho, também do Centro de Estudos Árabes. Assim, será possível concluir que o Islamismo possui diversas características do Cristianismo e do Judaísmo. Em sua sala de 7º ano, a professora de História Flávia Amaral, do Espaço Aberto Escola, em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, usou essa abordagem. 'Lemos e interpretamos alguns trechos de livros sagrados islâmicos. Percebemos, então, que havia uma variedade de leituras possíveis e que elas não se relacionam à violência." 
Como puderam ler, a reportagem traz exemplos de "professores" (no máximo doutrinadores e analfabetos funcionais) que trabalharam a relação entre Islamismo e terrorismo em sala de aula, seja usando a própria mídia que não expõe a realidade sobre esta doutrina do mal ou apenas trechos convenientes do Alcorão, o livro sagrado do Islã, como este:
"Matar uma pessoa (ou seja, um muçulmano) é como matar toda a humanidade" (Alcorão 5:32)
Na verdade, esta citação é sempre tirada fora de contexto, a "pessoa" referida são os próprios muçulmanos, como é explicado perfeitamente no texto abaixo:

"Matar uma pessoa (ou seja, um muçulmano) é como matar toda a humanidade (Alcorão 5:32)"
Já em outros trechos do Alcorão - tratados como se não existissem - deixam explícita a violência, intolerância e ódio que devem ser tratados aqueles que não aceitam Allah, o Deus do Islã:
"Matai-os onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada, a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos.” (Alcorão 2:191)  
“O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.” (Alcorão 5:33)  
“E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!” (Alcorão 8:12)  
“Ó Profeta, combate os incrédulos e os hipócritas, e sê implacável para com eles! O inferno será sua morada. Que funesto destino!” (Alcorão 9:73)  
“Anseiam (os hipócritas) que renegueis, como renegaram eles, para que sejais todos iguais. Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Deus. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor.” (Alcorão 4:89)   
“Juram por Deus nada terem dito (de errado); porém, blasfemaram e descreram, depois de se terem islamizado. Pretenderam o que foram incapazes de fazer, e não encontraram outro argumento, senão o de que Deus e Seu Mensageiro os enriqueceram de Sua graça. Mas, se se arrependerem, será melhor para eles; ao contrário, se se recusarem, Deus os castigará dolorosamente neste mundo e no outro, e não terão, na terra, amigos nem protetores.” (Alcorão 9:74)
Obviamente, é impossível negar que outras religiões também trazem versos nada românticos em suas escrituras sagradas, o Velho Testamento da Bíblia é um exemplo disso. Porém, não vemos HOJE (atentem-se ao tempo verbal) nenhum católico ou protestante explodindo bombas amarradas ao próprio corpo em locais públicos, dizimando a vida de centenas de pessoas inocentes em nome de Deus. 

ÚNICA religião que mata pessoas é o ISLAMISMO. A prova disso é que só este ano foram 922 atentados ISLÂMICOS (eu disse que a ênfase era importante) em 46 países ao redor do mundo, matando 6573 inocentes e ferindo outros 7204, como mostra o levantamento abaixo:

"List of Islamic Terror: 2017"
Para finalizar, um relato de alguém nascido e criado dentro da cultura muçulmana e que pode ter acesso as liberdades do mundo Ocidental para deixar claro que o Islamismo NÃO É a religião da paz:

sábado, 3 de junho de 2017

Danilo Gentili, Maria do Rosário e papéis fedorentos

Danilo Gentili envolveu-se recentemente em uma grande polêmica com a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), após o apresentador do SBT receber uma notificação da Procuradoria Parlamentar, a qual o ameaçava de processo caso o humorista não excluísse tweets que mencionavam a petista. 

Mas, o fato causador de todo esse rebuliço foi a atitude de Gentili ao receber o documento, assista ao vídeo:


Como puderam ver, o apresentador rasgou o documento antes de ler, esfregou em suas partes e enviou para a deputada. Obviamente, essa atitude gerou inúmeras críticas e rótulos de machista, autoritário e ofensivo. Sofri outro ataque daquele que se diz comediante. Comprova viés machista e autoritário. Criminoso vai responder à Justiça. E assim será" - disse Maria do Rosário. 

E de fato a deputada gaúcha procurou a Justiça, que determinou que o apresentador retire o vídeo das redes sociais. O desembargador Túlio Martins, da 10ª Câmara Cível do TJRS, afirmou: "as imagens veiculadas nas redes sociais são de natureza misógina, representando agressão despropositada a uma parlamentar e às instituições, materializando-se virtualmente em crime que, se for o caso, deverá ser apurado em instância própria."

Enfim, chega de explicação e vamos aos fatos. Um dos tweets que geraram toda essa confusão pode ser visto no próprio vídeo do Danilo Gentili:


Nesse caso, o humorista fez alusão ao caso envolvendo a própria petista e o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ na época, PSC atualmente), que era entrevistado por jornalistas na Câmara do Deputados, onde defendia a redução da maioridade penal em casos de estupro, (discussão em auge na época devido ao caso "Champinha", menor de idade, que junto com outros cinco marginas torturam e estupraram a jovem Liana Friedenbach em rodízio durante cinco dias) quando foi interrompido por Maria do Rosário, que chegou a afirmar e reiterar que o deputado era um "estuprador", como foi registrado pela RedeTV:


A petista já mostrou descontrole quando ameaçou esbofetar um senhor de 70 anos, o chamando de "canalha, podre e covarde". Em seguida, disparou novos xingamentos a Eduardo Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro e também deputado federal, que registrou tudo: 



E ainda, a deputada federal é investigada na Operação Lava-Jato, pois teria recebido R$ 150.000 da Odebrecht via caixa 2, para ser usado na corrida eleitoral de 2010. Assiste o vídeo abaixo contendo a delação do fato apresentado e "defesa" da ré: 



Em suma, a atitude de Danilo Gentili é um excelente ato de desobediência civil, que por definição é: "uma forma de protesto político, feito pacificamente, que se opõe a alguma ordem que possui um comportamento de injustiça ou contra um governo visto como opressor pelos desobedientes".  

Não devemos aceitar quaisquer tentativas de obstrução a livre manifestação de pensamento e opinião, principalmente quando são oriundos de uma classe política que é sustentada pelo suor de cinco meses de trabalho da população que são ROUBADOS através de impostos. 

Pedaços de papel mau cheirosos são pouco, ela merecia é um monte de M...

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

O flip era algo impensável - diz Marcia Duran sobre o JCNET [Matéria]


Olá amigos! Trazendo para vocês mais uma matéria produzida para disciplina "Técnicas de Reportagem, Entrevista e Pesquisa Jornalística", tendo como base agora a entrevista coletiva feita com a editora multimídia do Jornal da Cidade (Bauru-SP), a jornalista Marcia Duran. Espero que gostem! 

O flip era algo impensável - diz Marcia Duran sobre o JCNET


A editora de multimídia do JC não acreditava no grande avanço da tecnologia digital


A tecnologia “flip”, que permite ao leitor uma maior interatividade para ler a versão digital do jornal, era algo impensável para Marcia Duran, jornalista e editora multimídia do Jornal da Cidade. Essa declaração foi dada em entrevista coletiva aos alunos do 2º semestre de jornalismo da Universidade do Sagrado Coração (USC), na última quinta-feira, dia 19.


“O site surgiu em 1998, era estático e somente reproduzia as matérias do impresso, dando um “copiar e colar” no que era publicado. O site também não tinha imagens, vídeos e o filp era algo impensável naquela época. O jornal ficou assim por muito tempo, há quatro que ele passou a ter “Últimas Notícias”, há sete anos ele passou a ter o flip, que é a digitalização do jornal impresso de uma forma que você possa folhear o jornal na internet”, disse Marcia Duran.


Internet no Brasil

A internet surgiu em território nacional no ano de 1987, quando representantes do governo e da Embratel se reuniram na Universidade de São Paulo (USP), com o objetivo de criar uma rede que pudesse interligar a comunidade acadêmica e científica brasileira com os outros países, visando à troca de informações. 

 
 Porém, somente no ano de 1995 a internet deixou de ser exclusividade das universidades e da iniciativa privada, passando a se tornar pública ao acesso de todos. Desde então, o número de provedores, sites e usuários aumentam ano a ano.


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A TV exige mais restrições - diz Evandro Cini [Matéria]


Olá amigos! Eu sei... fazem quase 3 meses que não posto nada por aqui. MAS, ainda esta semana trarei GRANDES novidades para vocês! Enquanto isso fiquem com uma matéria feita para a disciplina de "Técnicas de Reportagem, Entrevista e Pesquisa Jornalística", tendo como base uma entrevista coletiva feita com o apresentador Evandro Cini, durante uma das aulas da já citada disciplina. Espero que gostem!

A TV exige mais restrições - diz Evandro Cini

Apresentador da TV TEM acredita em uma maior cobrança por parte dos telespectadores

O ancora do “TEM Notícias - 1ª Edição” afirmou que a televisão “exige uma restrição muito grande”, devido ao fato da pessoa aparecer no vídeo. A declaração foi dada durante entrevista coletiva aos alunos do 2º semestre de jornalismo da Universidade do Sagrado Coração (USC), em Bauru-SP, na última quinta-feira, dia 19.

“A televisão cria um status para o telespectador de que ele é totalmente correto em tudo que faz. Então, por exemplo: você fala na TV que outros não podem beber ou fazer certas coisas. Mas, fora você vai sair pra tomar uma cerveja com os amigos. Isso tudo tem que ser muito bem medido, tomando muito cuidado com tudo, desde quando você sai para a rua, até mesmo no programa da TV com tudo que você vai dizer”, conta Evandro.

Na apresentação, Evandro conta que existe muito cuidado de não fazer comentários depois de certos tipos de reportagens, como política e decisões judiciais, para não passar a impressão de que está tentando influenciar o telespectador.

Por fim, Evandro também destaca que na TV, a imagem é algo muito importante: “na televisão, até mesmo se o perfil físico do apresentador começar a mudar, como dar uma engordada ou algo assim, irão te cobrar. Primeiro porque você vai perder a roupa que a TV te deu, terá que repor seu guarda-roupa. Segundo que as pessoas querendo ou não elas observam muito a imagem na TV”.

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