quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Impeachment NÃO é Golpe

No último domingo (16/08/2015), a sociedade civil retornou as ruas para protestar contra o governo de Dilma Rousseff. Em todas as capitais, Distrito Federal e grandes cidades interioranas podemos observar mais uma vez o povo mostrando sua insatisfação com os rumos tomadas pela nação por intermédio das rédeas petistas.

Os manifestantes levaram cartazes, bandeiras e gritaram palavras de ordem contra a Presidente, a principal reivindicação sem dúvida foi o impeachment de Dilma, ideia qual foi estampada em várias capitais com uma gigantesca bandeira: IMPEACHMENT JÁ

André Penner / G1


E aquele que é alvo das críticas, ao invés de tentar se defender, prefere acusar. Desde que a palavra impeachment foi para a boca do povo, o PT acusa todos que a usam de "GOLPISTAS". Mas, será mesmo que pedir a cassação da comandante da República é um ato golpista?

O termo impeachment tem várias origens etimológicas, desde o latim "impedimentum", do francês "empêachement" e o italiano "impedimento". Ambas as origens apontam para um significado comum, algo no sentido de impedir alguém de exercer uma determinada atividade. Quanto as atuais significâncias aplicadas a referida palavra, podemos encontrar estes:
1. Instituto de origem inglesa acolhido pela lei básica do país;
2. Ato ou processo legal que pretende a destituição de alguém de um cargo governativo;
3. Impugnação de mandato; processo de cassação feito a partir de uma denúncia crime contra uma autoridade, geralmente um presidente, sendo a sentença proferida pelo poder legislativo;
4. Processo político-criminal que se instaura contra o presidente da República, qualquer governador, ministro do Supremo Tribunal ou procurador-geral da República, com o fim de impor-lhe a pena de destituição do cargo, por delito de responsabilidade resultante da infração de deveres funcionais em prejuízo dos interesses da Nação.
Não sei quantos ao leem estas linhas, mas o que as redigem não vê absolutamente nada de golpista tanto na origem quanto no presente significado do termo impeachment. Mas, se depender do PT, já é continuará sendo algo "golpista".

E o argumento que colocar ao chão a tese de golpe é lei nº 1079, que define "os crimes de responsabilidade e regula o respectivo processo de julgamento". Logo no início, o artigo 2º trata de esclarecer qualquer legitimidade do processo de impedimento:
Art. 2º Os crimes definidos nesta lei, ainda quando simplesmente tentados, são passíveis da pena de perda do cargo, com inabilitação, até cinco anos, para o exercício de qualquer função pública, imposta pelo Senado Federal nos processos contra o Presidente da República ou Ministros de Estado, contra os Ministros do Supremo Tribunal Federal ou contra o Procurador Geral da República.
Por fim, é notória a legitimidade de um pedido de impeachment, ainda mais proveniente da sociedade civil. Mas, é preciso que o alvo em questão tenha de fato infringido algum artigo da referida lei para que a mesma possa ser devidamente aplicada. Se crimes foram cometidos ou não, ai deixo por conta de vocês refletirem, minha opinião não é novidade para ninguém.

LEI NA ÍNTEGRA: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L1079.htm  
.Ato ou processo legal que pretende a destituição de alguém de um cargo governativo.

"impeachment", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/impeachment [consultado em 19-08-2015].
.Ato ou processo legal que pretende a destituição de alguém de um cargo governativo.

"impeachment", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/impeachment [consultado em 19-08-2015].
.Ato ou processo legal que pretende a destituição de alguém de um cargo governativo.

"impeachment", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/impeachment [consultado em 19-08-2015].
.Ato ou processo legal que pretende a destituição de alguém de um cargo governativo.

"impeachment", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/impeachment [consultado em 19-08-2015].vv
.Ato ou processo legal que pretende a destituição de alguém de um cargo governativo.

"impeachment", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/impeachment [consultado em 19-08-2015].
.Ato ou processo legal que pretende a destituição de alguém de um cargo governativo.

"impeachment", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/impeachment [consultado em 19-08-2015].
.Ato ou processo legal que pretende a destituição de alguém de um cargo governativo.

"impeachment", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/impeachment [consultado em 19-08-2015].
.Ato ou processo legal que pretende a destituição de alguém de um cargo governativo.

"impeachment", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/impeachment [consultado em 19-08-2015].
.Ato ou processo legal que pretende a destituição de alguém de um cargo governativo.

"impeachment", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/impeachment [consultado em 19-08-1
.Ato ou processo legal que pretende a destituição de alguém de um cargo governativo.

"impeachment", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/impeachment [consultado em 19-08-2015].
.Ato ou processo legal que pretende a destituição de alguém de um cargo governativo.

"impeachment", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/impeachment [consultado em 19-08-2015].
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LINKS
http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=impeachment

http://revistalingua.com.br/textos/blog-abizzocchi/impeachment-e-o-mesmo-que-impedimento-338123-1.asp  

http://www.facsaoroque.br/novo/publicacoes/pdfs/mauricio_drt_20111.pdf

http://www.priberam.pt/DLPO/impeachment

http://www.dicio.com.br/impeachment/

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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

FALA CIATI #1 - Individualismo vs. Coletivismo


Eis então meu primeiro texto no BrasilPolítica1, falando sobre a dificuldade de se conjugar individualidade e coletividade na sociedade atual.

LINK DO SITE: http://brasilpolitica1.com.br/

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FALA CIATI #0 - Apresentação

Olá amigos, tudo bem? Hoje trago-lhes em grande novidade! Vocês lembram do Jovem? Sim, o Rafael Rodrigues, que gravou vários "Falando Sobre" comigo, que tem aqui a "Coluna do Jovem". Então, ele agora tem o seu próprio site/blog, que é o BrasilPolítica1, e convenhamos que o nome já se auto apresenta.

Isso por si só já é uma grande novidade, mas o destaque para vocês que me acompanham (falo como se fossem milhares né?) é que agora eu terei um espaço no site/blog dele! A minha coluna será o "Fala Ciati", na qual eu falarei sobre os mesmos assuntos que escrevo aqui, o que muda é só o endereço digital.

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terça-feira, 7 de julho de 2015

Recordar é Viver! #3

Pois é amigos, a chuva que atinge todo o Centro-Sul do país tem explicação: volto a escrever "de verdade" para o blog! E obviamente minha inspiração é ela, a comandanta da República: Dilma Rousseff.

No último dia 29/06/2015 (faz um tempinho, admito...) a presidente Dilma resolveu comentar pela primeira vez a delação premiada de Ricardo Pessoa (um dos vários empreiteiros envolvidos no Petrolão), na qual ele afirmou ter dado R$ 3,6 milhões à tesoureiros do Partido dos Trabalhadores. Em vez de refutar as declarações do empresário, ou usar a clássica desculpa ensinada por Lula: "Não sabia de nada",  Dilma preferiu dizer isto:
"Eu não respeito delator. Até porque eu estive presa na ditadura e sei o que é. Tentaram me transformar em uma delatora".
Primeiramente, é um absurdo comparar a delação feita pelos réus da Operação Lava-Jato e os delatores do regime militar. Os primeiros se dispuseram livremente a contar tudo que sabem para colaborar nas investigações, lógico que com o intuito de ter sua pena reduzida caso o que disseram tenha a devida veracidade confirmada. Já os delatores do período militar, por mais manchada de sangue que fossem sua fichas e principalmente daqueles que estavam acobertando (inclusive no caso da terrori... quer dizer, da Dilma), eles estavam sobre forte tortura física e psicológica, ou seja, não tinham muito o que escolher, ou falavam, ou contavam tudo. 


Já é notório que Dilma gosta de fazer certas comparações, 'analogias' (sendo bem camarada com ela). A comandanta já comparou crianças e cachorros; pasta de dentre, dentifrício e a relação econômica entre Brasil e EUA. E recentemente, disse nos Jogos Mundiais Indígenas (sim, isso existe), segurando uma bola de trapos usada por índios na pratica de algo semelhante ao futebol, que aquele objeto era a representação da evolução dos Homo Sapiens e das... MULHERES Sapiens!?!? (me imaginem rindo descontroladamente). Tudo bem, eu sei que isso não tinha nada haver com o tema do texto, mas não resisti, tive que falar. Voltemos as delações.



Em 2 de Agosto de 2013, a Lei nº 12.850 que "define organização criminosa e dispõe sobre a investigação criminal, os meios de obtenção da prova, infrações penais correlatas e o procedimento criminal" foi assinada por Dilma Rousseff. Até então nada de anormal, afinal o presidente da República assina quase que diariamente PL's, MP's e etc. MAS, um artigo dessa lei merece ser destacado:

Art. 3o Em qualquer fase da persecução penal, serão permitidos, sem prejuízo de outros já previstos em lei, os seguintes meios de obtenção da prova:

I - colaboração premiada;
Ué? Aquela que tinha dito não respeitar delação assinou uma lei que a valida? No mínimo incoerente. 

Finalizo mandando uma salve à mandioca (não resisti novamente) e lembrando que recordar é viver!

LEI NA ÍNTEGRA:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2013/lei/l12850.htm

LINKS:
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/06/1649208-nao-respeito-delator-diz-dilma-sobre-acusacao-de-empreiteiro-na-lava-jato.shtml 

http://oglobo.globo.com/brasil/dilma-diz-que-nao-respeita-delator-cita-doacao-da-utc-aecio-16593859

http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,nao-respeito-delator--afirma-dilma,1715679

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/06/150629_dilma_eua_delator_ac_lgb

http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/06/nao-respeito-um-delator-diz-dilma.html 

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/nao-respeito-delator-diz-dilma-sobre-petrolao/

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quinta-feira, 25 de junho de 2015

Desacelere e Viva! [Resenha]


Olá amigos, tudo certo? Hoje trago-lhes mais um texto produzido para a faculdade. A produção do momento é uma resenha do artigo "Velocidade Máxima", de Martha Medeiros. Espero que gostem e peço que deixem nos comentários o que acharam. Boa leitura!

DESACELERE E VIVA! 
Velocidade Máxima (Martha Medeiros, Revista Exame de 1999) é um artigo que apesar do ano de publicação, consegue causar reflexão sobre a maneira que estamos conduzindo nossas vidas atualmente. Nele, o leitor encontrará diferentes argumentos usados pela autora na tentativa de provar que “para vencer na vida não é preciso deixar de viver”, premissa que apesar de bem defendida, parece estar muito distante da realidade.
 
Para a escritora existem dois tipos de trabalhadores: os Neandertais, que não se estressam facilmente, pouco se importam em conquistar prêmios, dormem bem e chegam cedo em casa; ou seja, um raro tipo, quase em extinção. Já os Neo-Neandertais são aqueles que tentam adequar-se à rotina do mundo atual com atividade saudáveis, visando uma melhor qualidade de vida. Para ambos, uma drástica redução na jornada de trabalho seria primordial para garantir profissionais mais saudáveis e com melhor rendimento no trabalho.

A fim de justificar sua tese, Martha Medeiros inicia seu texto apresentando o atual cenário que os trabalhadores são submetidos devido à velocidade dos acontecimentos no mundo dos negócios e qual deveria ser a postura dos funcionários perante esse contexto.

Para melhor fundamentação de sua tese, Martha Madeiros utiliza a opinião do sociólogo italiano Domenico de Masi, que é um estudioso do assunto e defende a teoria do “ócio criativo”, na qual uma longa jornada de trabalho aniquila a criatividade do indivíduo e prejudica seu rendimento. Levando em conta que Domenico de Masi produziu uma ampla e profunda pesquisa acerca do assunto, a escritora poderia ter utilizado um pouco mais do estudo feito pelo sociólogo para validar sua tese.
Ainda na busca pela validação, a autora faz uma brilhante analogia, na qual compara a vida com uma autoestrada alemã, onde quem tem mais tecnologia e potência pode acelerar sem limites e chegar mais rápido ao objetivo, mas perde a oportunidade de olhar para os lados e observar a bela paisagem ao redor.

A escolha do tema foi oportuna, trouxe ao debate uma realidade cada vez mais constante a milhões de pessoas em todo o mundo, que enfrentam grandes e exaustivas jornadas diárias de trabalho em seus empregos, visando somente o sucesso profissional. Sem dúvida, as soluções apresentadas seriam importantes para uma melhor qualidade de vida e rendimento do profissional. 

Porém, reduzir a carga horária pela metade – como sugerido por De Masi – é algo muito distante da realidade, a ponto de ser utópico. O resultado da adoção de uma medida como essa não seria das melhores, as empresas teriam duas opções para adequar-se a nova realidade: reduzir a produção a fim de adaptar-se a nova jornada de trabalho ou dobrar o efetivo de funcionários na tentativa de manter a produção. 

Em ambos os casos o trabalhador sairia como o grande prejudicado da situação, pois como o tempo que passará produzindo será menor, obviamente a remuneração será proporcional à nova produção, e no caso do individuo não conseguir adaptar-se a nova realidade salarial, teria que enfrentar uma dupla jornada de trabalho a fim de manter o mesmo patamar de remuneração anterior, retomando assim aos mesmos problemas já citados.

Conclui-se que, por mais importante e relevante que seja o assunto escolhido, juntamente com boas técnicas de escrita da autora fundamentadas em conceituados autores, faltou apresentar uma solução mais próxima da realidade para o problema apresentado, como por exemplo, unir uma redução no tempo trabalho (menos drástica do que proposto) juntamente com a realização das atividades rotineiras de uma forma mais saudável, deixando de lado a pressa e a praticidade que o mundo atual tanto exige em prol de uma vida mais saudável. 

ARTIGO RESENHADO: http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/703/noticias/velocidade-
maxima-m0048521

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sábado, 13 de junho de 2015

A necessidade faz a atitude [Crônica]


Olá meus caros, tudo certinho? Hoje trazendo mais um texto feito para a faculdade. Desta vez é uma Crônica feita para disciplina de Introdução ao Jornalismo. Admito que pelo tempo sem escrever algo do gênero, poderia ter saído algo muito melhor, mas creio que não está de todo ruim.

 A NECESSIDADE FAZ A ATITUDE
Já dizia o grande filósofo chinês Confúcio: “até que o sol não brilhe, acendamos uma vela na escuridão”. É com essa bela frase que início a compartilhar alguns pensamentos.

Recentemente, passei por uma difícil fase na vida de todo jovem, a transição do ensino médio para o que gosto de chamar de “vida de verdade”. Particularmente, senti-me em uma verdadeira novela mexicana, passando por vários dramas e reviravoltas. Mas, no final deu tudo certo, e isso que importa.

Pensando disso, o escritor francês Gustave Flaubert disse: “O sucesso é uma consequência, e não umobjetivo”. Ou seja, as conquistas não devem ser nossas metas, mas sim o resultado de as alcançarmos.

E independente de quais sejam os objetivos, manter-se na ociosidade não nos levará a lugar algum. Como uma vez falou o pensador Platão: “Tente mover o mundo – o primeiro passo será mover a sim mesmo”.
 
E dizia também Mario Quintana que “sonhar é acordar-se pra dentro”. Se tiveres um sonho, trace objetivos para alcança-lo e mova-se para até ele. Afinal, a necessidade faz a atitude.

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terça-feira, 9 de junho de 2015

O respeito é inato [Apreciação crítica]

 Olá amigos! Hoje, trago-lhes mais um texto produzido para atividades da faculdade. O conteúdo do dia se trata de mais uma Apreciação Crítica produzida para a aula de Comunicação e Expressão, que nas palavras da professora ficou "Ótimo!!". 

Recomendo que assistam o vídeo abaixo antes da leitura, pois ele foi o alvo da apreciação. 


 O respeito é inato
As mulheres italianas sofrem em silêncio os danos da constante violência doméstica de que são vítimas. Pensando nisso, uma diferente campanha publicitária acabou conquistando o mundo através das redes sociais, principalmente graças a sua criatividade e originalidade.

Campanhas que tratam o tema da violência contra as mulheres normalmente usufruem de uma abordagem  mais impactante, mostrando o estado das vítimas após a agressão sofrida. Porém, a campanha em questão utiliza a figura mais pura e inocente de todas: a criança.

E esse foi justamente seu grande diferencial, mostrar que o homem não com um pensamento violento e agressivo perante as mulheres. Na verdade, os homens nascem e crescem sabendo que todas as mulheres são dignas de respeito e carinho. A própria reação dos meninos ao pedirem que deem um tapa no rosto de uma garota da idade deles demonstra isso. Todos, sem exceção, foram incapazes de levantar a mão para agredi-la, pois sabiam que "em mulher não se bate nem com uma flor", como disse um dos garotos.

A campanha é encerrada lançando uma tese que foi brilhantemente defendida ao longo do vídeo: "No mundo das crianças, não existe violência contra a mulher".

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